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Paga um salário mínimo superior ao do Brasil mesmo sendo o único da América do Sul com carga de trabalho de 40 horas

Por Fagner Gregório
15/03/2026
Créditos: Shutterstock

Créditos: Shutterstock

Um país da América do Sul é o único do subcontinente que adota uma jornada de trabalho padrão de 40 horas semanais, com oito horas diárias de segunda a sexta-feira. Em contraste, o Brasil mantém uma carga de 44 horas semanais, enquanto outros países da região ainda têm jornadas mais longas ou estão em processo de redução. 

Atualmente, o salário mínimo nesse país é de 482 dólares, o que equivale a aproximadamente R$ 2.511, enquanto o salário mínimo brasileiro é de R$ 1.621. Essa diferença representa uma variação de cerca de 55%.

Quando analisamos a carga horária mensal, o Equador possui 160 horas de trabalho, enquanto o Brasil tem 176 horas. Isso resulta em um valor por hora de aproximadamente R$ 15,70 no Equador, em comparação com cerca de R$ 9,20 no Brasil.

Recomendação da OIT

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera ideal uma jornada de trabalho de 40 horas por semana, padrão que o Equador segue. No entanto, na maioria dos outros países sul-americanos, a carga horária é maior, chegando a 48 horas semanais em alguns casos.

De acordo com dados do site Jibble, as jornadas de trabalho na América do Sul variam, com o Equador se destacando por seguir essa recomendação da OIT. Os horários de trabalho na América do Sul são variados. O Chile, por exemplo, tem uma carga de 45 horas por semana, enquanto a Colômbia e a Venezuela trabalham 48 horas.

No Brasil, a carga é de 44 horas, assim como no Paraguai e na Argentina. A Bolívia e o Uruguai também têm jornadas de 48 horas, embora o Uruguai faça uma distinção entre setores industriais e comerciais, com jornadas de 44 horas para o comércio.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Fagner Gregório

Fagner Gregório

Jornalista graduado pela SATC (Santa Catarina), atua na produção de conteúdo jornalístico para web. Tem experiência em redação de portais (4oito) e jornais, além de assessoria de comunicação. Escreve principalmente sobre programas sociais como Bolsa Família, Caixa Tem e benefícios do Governo.

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