Os beneficiários do Bolsa Família com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 9 recebem o pagamento nesta etapa do calendário oficial da Caixa Econômica Federal. Os depósitos seguem o cronograma definido pelo Governo Federal e são realizados conforme o dígito final do NIS. O valor mínimo garantido pelo programa permanece em R$ 600 por família.
Além da parcela básica, muitos beneficiários podem receber valores superiores conforme a composição familiar. O cálculo considera benefícios adicionais destinados a crianças, adolescentes, gestantes e nutrizes. Dessa forma, o total depositado varia de acordo com a situação de cada núcleo familiar.
Benefício pode ultrapassar R$ 600
O Bolsa Família é composto por diferentes parcelas previstas nas regras do programa. Existe o Benefício de Renda de Cidadania, calculado por integrante da família, e o Benefício Complementar, que assegura o pagamento mínimo de R$ 600 quando necessário. Também permanecem ativos os adicionais destinados a públicos específicos.
Famílias com crianças de até seis anos recebem um adicional de R$ 150 por criança. Já gestantes, nutrizes e jovens entre 7 e 18 anos incompletos podem gerar um acréscimo de R$ 50 por integrante que se enquadre nessas condições. Em alguns casos, o Benefício Extraordinário de Transição também continua sendo pago.

Cadastro é requisito para receber
Para participar do programa, a principal regra é possuir renda mensal de até R$ 218 por pessoa da família. Além disso, é necessário cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação, como manter crianças frequentando a escola, acompanhar o pré-natal e manter a vacinação em dia.
O ingresso no Bolsa Família depende da inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), utilizado pelo Governo para identificar famílias de baixa renda. O cadastro pode ser realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), onde também é possível atualizar informações sempre que houver mudanças na renda ou na composição familiar.









