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A partir de agora quem cometer feminicídio vai levar pressão perpétua em país parceiro do Brasil

Por Isa Luciano
30/11/2025
Créditos: Foto de Nik Owens na Unsplash

Créditos: Foto de Nik Owens na Unsplash

O Parlamento italiano aprovou por unanimidade uma lei que cria o crime específico de feminicídio e determina pena de prisão perpétua. A decisão marca um avanço legislativo no combate à violência de gênero.

A votação ocorreu no dia dedicado à eliminação da violência contra as mulheres. Durante a sessão, parlamentares exibiram roupas e fitas vermelhas como forma de homenagem às vítimas.

Créditos: Foto de Dan Dennis na Unsplash

A legislação define o feminicídio como ato de dominação ou repressão direcionado a mulheres por sua condição de gênero. Também inclui mortes motivadas pelo fim de relacionamentos e tentativas de restringir liberdades.

Caso emblemático impulsionou debate nacional

O assassinato de Giulia Cecchettin, em 2023, reacendeu a pressão pela criação de um tipo penal próprio. A estudante foi morta pelo ex-namorado, em crime que chocou o país e gerou discussões amplas.

A irmã da jovem afirmou que o agressor refletia problemas estruturais da sociedade. A fala ganhou repercussão e expôs fragilidades na proteção oferecida às mulheres italianas.

O governo liderado por Giorgia Meloni apresentou a proposta, que recebeu apoio de diferentes partidos. A união entre governo e oposição foi decisiva para acelerar a tramitação.

A nova lei determina que crimes motivados por gênero sejam registrados em categoria própria. Isso permitirá estudos mais precisos e punição mais rígida, adotando a prisão perpétua como consequência direta.

Especialistas divergem sobre impacto da nova legislação

A juíza Paola di Nicola destacou que a tipificação permitirá compreender o fenômeno com maior clareza. Para ela, abandonar explicações romantizadas ajuda a enfrentar de modo realista a violência.

A magistrada integrou comissão que analisou mais de duzentos assassinatos e identificou padrões semelhantes. Segundo ela, reconhecer o feminicídio como categoria autônoma é passo essencial.

Dados policiais mostram leve queda nos assassinatos de mulheres no último ano, mas a maioria segue ligada ao gênero. O país ainda enfrenta desafios relacionados a desigualdade e baixa inserção feminina no mercado.

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Isa Luciano

Isa Luciano

Publicitária formada pela Satc (Santa Catarina), também é escritora, redatora e roteirista. Possui experiência em setores de marketing e agências publicitárias. Também é autora de poesias e do livro “para o que não foi amor, o que foi e o que quase”, publicado pela Editora Invicta.

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