Quem é beneficiário do Bolsa Família encontra uma renda extra todo mês. Mas, esse valor pode ser ainda maior, mais precisamente em R$ 150, caso o participante do programa cumpra determinados critérios.
As famílias beneficiárias do Bolsa, que possuem crianças de até 6 anos incompletos podem receber um adicional de R$ 150 por criança por meio do Benefício Primeira Infância (BPI).
Para garantir o pagamento em julho de 2026, é necessário cumprir uma série de exigências estabelecidas pelo programa, além de manter os dados do Cadastro Único (CadÚnico) sempre atualizados.

Exigências necessárias para o recebimento
Entre os principais requisitos estão a atualização cadastral sempre que houver mudanças na composição familiar, como nascimento de filhos ou alteração de endereço, além do cumprimento das condicionalidades nas áreas de saúde e educação.
As crianças devem estar com a vacinação em dia e realizar o acompanhamento de peso e altura quando exigido. Gestantes precisam manter o pré-natal atualizado, enquanto estudantes de 4 a 17 anos devem cumprir a frequência mínima escolar prevista pelo programa.
O benefício é cumulativo. Isso significa que famílias com duas crianças na faixa etária de 0 a 6 anos recebem R$ 300 adicionais, além do valor regular do Bolsa Família e de outros benefícios complementares, como o adicional de R$ 50 destinado a gestantes, nutrizes e crianças e adolescentes entre 7 e 18 anos.
Para ingressar e permanecer no programa, a renda mensal por pessoa da família deve ser de até R$ 218. O descumprimento das regras pode levar ao bloqueio ou até à suspensão do Bolsa Família, incluindo o Benefício Primeira Infância.
Para verificar se o adicional foi liberado, os beneficiários podem consultar o aplicativo Bolsa Família ou o Caixa Tem. Os pagamentos de julho de 2026 serão realizados nos últimos dez dias úteis do mês, conforme o dígito final do Número de Identificação Social (NIS).





