Entre as tantas coisas que se pensam quando fala em Brasil, uma delas é cerveja. A bebida faz parte da rotina de muitos brasileiros e brasileiras há tempos e, não à toa, existem diversas marcas pelo país. Desde às mais tradicionais, como Skol e Brahma, até outras artesanais, para paladares mais fortes.
É difícil definir qual é melhor por conta do gosto singular das pessoas, no entanto, há uma competição para ranquear as melhores do mundo. Trata-se da World Beer Cup, ou traduzido, Copa do Mundo das Cervejas. O Brasil é figura carimbada nas premiações e não poderia ser diferente desta vez.
O país venceu três medalhas de ouro com três cervejas diferentes. Todas, claro, passaram a integrar o ranking mundial. A honraria foi dada a uma cerveja de Campinas, no interior de São Paulo, e a uma do Paraná. Esta última, aliás, conseguiu colocar dois rótulos diferentes no topo do pódio.

Quais cervejas foram as melhores do mundo?
Surpreendentemente, ou não (depende do paladar), a 277 Craft, de Curitiba, conseguiu o prêmio com uma bebida em que os aromas remetem a ameixas e tâmaras. A bebida de perfil intenso recebeu o nome de Quadruppel 277. O ouro foi na categoria Belgian-Style Strong Specialty Ale.
A outra premiada da 277 Craft foi a Canoa Quebrada. O nome mais abrasileirado faz referência a um ingrediente nacional. A cerveja campeã na categoria Gose – origem alemã – tem um adicional de caju e traz uma identidade tropical com o baixo amargo, leveza e acidez.
No interior de São Paulo, a bebida premiada não tinha álcool. A Copa do Mundo não deixa de lado os rótulos sem álcool e premiou a Melancia SOUR’n Salt, da Sim! Cerveja!. A especiaria da cervejaria campineira apresenta a coloração da fruta que leva o nome e ainda apresenta um toque salgado.





