Joesley Batista, coproprietário da JBS, adquiriu uma mansão em São Paulo por R$ 250 milhões, destacando-se como uma figura influente no cenário político e econômico do Brasil. Essa residência, que pertenceu a Abilio Diniz, é uma das mais emblemáticas do Jardim América e reflete o poder e a riqueza acumulados por Batista ao longo dos anos.
Recentemente, Joesley viajou à Venezuela para se encontrar com o presidente Nicolás Maduro. O objetivo da visita foi pressionar Maduro a deixar o cargo, um movimento que estaria alinhado com os interesses dos Estados Unidos, especificamente sob a influência de Donald Trump.
A viagem, que durou menos de 24 horas, não teve representação oficial, mas indica o papel ativo de Joesley na política internacional, especialmente em questões que afetam seus negócios.

Relações comerciais com a Venezuela
A JBS tem um histórico significativo de exportações para a Venezuela, especialmente em um contexto de crise alimentar. Joesley já havia mostrado interesse no país, especialmente após a retomada das relações diplomáticas entre Brasil e Venezuela durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2023, o grupo J&F, do qual Joesley é um dos líderes, começou a buscar oportunidades no setor de óleo e gás na América Latina, incluindo a Venezuela. O empresário tem atuado como um intermediário em questões diplomáticas, buscando resolver tensões comerciais e políticas.
Um dos momentos mais notáveis de sua “diplomacia” foi seu encontro com Trump, onde ele argumentou a favor do Brasil durante a crise do tarifaço imposto pelos EUA. Esse acesso à Casa Branca é um indicativo do poder de influência que Joesley possui, especialmente em tempos de crise.





