Carlo Ancelotti encerrou sua primeira etapa no comando do Brasil com um período marcado por observações intensas. O técnico promoveu grande rotatividade e buscou entender o perfil ideal para 2026.
Ao longo de oito partidas, usou 42 atletas e distribuiu minutos para quase todos os convocados. Apenas seis chamados não entraram em campo, reforçando o objetivo de avaliar ao máximo o grupo.

Bruno Guimarães foi o único presente em todos os jogos e sempre entre os titulares. Casemiro e Estêvão ficaram fora de apenas uma partida, mostrando a confiança do treinador neles.
A lista geral incluiu nomes experientes e apostas jovens, mantendo o equilíbrio entre setores e abrindo espaço para novas combinações. Apesar das muitas formações, Ancelotti não repetiu a escalação nenhuma vez.
A estratégia evidenciou foco total em estudos e ajustes antes da etapa decisiva. O italiano destacou após o empate com a Tunísia que já tem uma base clara para a Copa, mas ainda observa detalhes.
Além disso, ele chamou atenção ao passar por mudanças no visual. O técnico começou a usar óculos, chamando atenção dos torcedores.
Resultados, liderança e próximos passos
Ancelotti obteve quatro vitórias, dois empates e duas derrotas na primeira fase. O desempenho de 58,3% ainda é considerado de construção, mas já mostra evolução tática.
O time marcou 14 gols e sofreu cinco, números que ajudam a entender a busca por equilíbrio entre defesa e ataque. Três jogadores dividiram a braçadeira neste período: Marquinhos, Casemiro e Alisson.
A rotatividade no comando reflete o teste de perfis de liderança. O treinador afirmou que a definição final dependerá das próximas convocações e do desempenho no restante da temporada.
O Brasil terá amistosos contra França e Croácia em março, quando Ancelotti iniciará a fase de consolidação. Esses duelos devem confirmar a espinha dorsal para o Mundial.





