Uma das narrativas mais conhecidas da Bíblia volta a ganhar fama nos noticiários: a Arca de Noé. Presente no livro Gênesis, do capítulo 6 ao 9, a história relata a construção de uma embarcação capaz de suportar um dilúvio que Deus enviou para acabar com a maldade espalhada nos descendentes de Caim.
Há diversos debates em relação à veracidade ou não da história. Com o passar do tempo, porém, surgem possíveis vestígios que indicariam, pelo menos, a existência da embarcação. O arqueólogo Andrew Jones, por exemplo, pretende iniciar escavações em uma região já conhecida dos pesquisadores sobre o tema.
No leste da Turquia, um piloto da força aérea do país encontrou, no fim da década de 1950, uma formação rochosa com formato de navio. A descoberta ascendeu a curiosidade de geólogos e arqueólogos que realizaram algumas expedições no local. Contudo, não houve atualizações razoáveis.
Andrew Jones espera mudar o cenário. Enquanto os trabalhos apontam para uma formação natural, o arqueólogo acredita que houve intervenção humana. Com isso, o estadunidense pretende dar novos capítulos à história da Arca de Noé na atualidade.

Arca de Noé existiu mesmo?
Os arqueólogos não chegaram em uma conclusão, até o momento, em relação à embarcação. As pessoas que não estudam o tema, também se dividem em dois lados opostos. Logo, é difícil comprovar se a história realmente ocorreu e o poder da crença é quem guia as pessoas.
O importante a dizer é que as condições para um grande dilúvio são possíveis. A arqueóloga Adelheid Otto, que discorda da história bíblica da Arca de Noé – pensa ser uma fascinação popular – explica que o encontro de cheias de dois rios (Tigre e Eufrates) poderia levar ao cenário + chuvas torrenciais e ventos fortes seriam capazes de provocar uma inundação “gigante”.





