O conhecimento sobre Marte e a possibilidade de uma colonização pelos humanos do planeta se torna próxima. O “vizinho” da Terra é um dos objetos mais estudado em todo o planeta com destaque para as ambições de Elon Musk em levar os seres humanos em breve.
Apesar do sonho do empresário e dono da Starlink estar distante, é possível se contentar com várias outras descobertas científicas em relação ao planeta. Recentemente, aliás, houve uma publicação na renomada revista Nature sobre a possibilidade de registros de eletricidade.
A conclusão, que ainda não está confirmada pelos pesquisadores e cientistas, diz respeito a raios, semelhantes aos da Terra, na superfície de Marte. Os sons referentes aos possíveis transmissores de eletricidade foram captados por um microfone enviado pela Nasa em 2021 no rover Perserverance.
O microfone captou, ao todo, 55 sons que seriam de “mini relâmpagos”. O estudo, por outro lado, analisou em torno de 28 horas de gravações para detectar possíveis raios que se prolongaram até 30 minutos e/ou duraram apenas alguns segundos.

Relâmpagos em Marte como na Terra?
Os cientistas buscam por sinal de eletricidade em Marte há cerca de 50 anos. Por isso, a suposta descoberta publicada na Nature instiga tamanha curiosidade. O grande problema para cravar a ocorrência, porém, está na ausência de outros aparelhos. Somente o rover Perserverance coletou os sons.
Assim, é difícil ter total certeza sobre os raios, pois o fenômeno é diferente no planeta: são quase invisíveis a olho nu e de baixa intensidade. A justificativa está na atmosfera, que é rica em dióxido de carbono e absorve um pouco da descarga.
Resta saber agora se haverá mais empresas interessadas em embarcar junto desta pesquisa em busca de mais detalhes. A presença de eletricidade em Marte seria um fator decisivo para compreender a possibilidade de vida (não humana necessariamente) no território





