O Governo Federal resolveu investir pesado para ampliar a infraestrutura de telecomunicações no país. Visando a inclusão digital da população, será feito um aporte de R$ 40 milhões para concluir projetos voltados à expansão da TV digital, da telefonia móvel e do avanço da TV 3.0 – a próxima geração da televisão aberta no Brasil.
O prazo de conclusão dos projetos é 31 de dezembro de 2027. Eles são monitorados pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), colegiado da Anatel criado em para coordenar a transição do sinal analógico para o digital no país.

A expectativa do governo é que as iniciativas conduzidas pela companhia contribuam para acelerar a adoção da nova tecnologia, ampliando o acesso da população a conteúdos digitais com melhor qualidade de transmissão. O anúncio foi feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ligada ao Ministério das Comunicações.
“Estamos investindo para que mais brasileiros tenham acesso à comunicação de qualidade. A expansão da telefonia móvel, o fortalecimento da TV digital e o desenvolvimento da TV 3.0 fazem parte de uma agenda estratégica para modernizar as comunicações no Brasil”, declarou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Serão instaladas estações experimentais de TV 3.0 em emissoras públicas, incluindo veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e da Rede Legislativa, que reúne TV Câmara, TV Senado, canais de Assembleias Legislativas e de Câmaras Municipais.
Distribuição dos recursos
O investimento do Governo Federal será distribuído da seguinte maneira:
- R$ 20 milhões para instalação de novas antenas de telefonia móvel, ampliando a cobertura do sinal celular;
- R$ 15 milhões para a manutenção de retransmissoras de TV digital já instaladas em diversas regiões do país;
- R$ 5 milhões para o desenvolvimento de aplicações e testes da TV 3.0 em emissoras públicas.
Os recursos devem ampliar o acesso à informação de forma geral, reforçando a estrutura de radiodifusão e levando conectividade a mais brasileiros. Especialmente aos cidadãos que vivem em áreas mais limitadas de cobertura de telecomunicações.





