A rotina de muitas pessoas, para não dizer todas, mudou nos últimos anos. Se no passado, bastava escovar os dentes e se deitar na cama, hoje, a influência da tecnologia é brutal. Não à toa, os celulares são uma figura presente nos quartos e capazes de dificultar o sono e o descanso.
A tela azul, além da ansiedade pelas notificações e acompanhar as redes sociais, traz prejuízos à saúde no curto prazo. No entanto, a União Europeia resolveu ir por outro caminho e avaliar as consequências em um período maior de tempo. O bloco está financiando uma pesquisa com cientistas de 25 instituições.
A busca por respostas é tamanha que há colaboradores de fora do bloco econômico, como os Estados Unidos da América, o Japão e a Coreia do Sul. Por enquanto, o trabalho está em andamento, porém, já há resultados iniciais. O objetivo principal é descobrir os impactos da exposição dos humanos ao 5G.
Entre as primeiras conclusões, os pesquisadores têm uma base para comentar sobre o ato de colocar o celular próximo da cama enquanto dorme. De acordo com as informações coletadas até o momento, posicionar o celular de 30 a 40 cm de distância não provoca uma exposição perigosa.

Posso dormir com o celular na cabeceira da cama?
O dado poderia representar um alívio para muitas pessoas que têm o hábito de dormir com o dispositivo próximo, mas não é. O levantamento “apenas” diz respeito ao contato com o sistema 5G, que permite a conectividade dos aparelhos à Internet e diversos outros serviços.
A presença do celular tão acentuada em um momento de descanso segue não sendo uma recomendação às pessoas. Há riscos à saúde para além da exposição ao 5G. A atitude, inclusive, pode ser interpretado como um sintoma inicial de vício.





