Na última segunda-feira (29), oficiais da Marinha dos Estados Unidos da América e relatórios de rastreamento confirmaram a presença do porta-aviões USS Abraham Lincoln (CVN-72) no Oceano Pacífico. O grupo de ataque do país está realizando operações de rotina pelo Mar da Filipinas.
Para além do USS Abraham Lincoln, os Estados Unidos da América têm os contratorpedeiros USS Frank E. Petersen Jr (DDG-121), USS Spruance (DDG-111) e o USS Michael Murphy (DDG-112) pela região. O grupo é responsável por manter a presença do país no Indo-Pacífico e integra a 7ª frota.
O percurso até o Mar da Filipinas começou em Guam, que é um importante centro de logística, comando e controle para as forças navais dos Estados Unidos da América. A saída ocorreu no dia 12 de dezembro, após uma visita programada à rede apoio aos porta-aviões, submarinos e navios de superfície.
Antes de partir, o contra-almirante do USS Abraham Lincoln, Todd Whalen, comentou sobre o papel do grupo de ataque dos Estados Unidos e a importância de Guam para as missões. “Nosso destacamento para as águas da 7ª Frota demonstra nosso compromisso com um Indo-Pacífico livre e aberto. Visitas a portos estratégicos como o de Guam fortalecem nossa prontidão operacional e nos permitem estar preparado para as missões.”
O grupo de ataque não é o único dos Estados Unidos da América que marca presença no Indo-Pacífico. Ainda na região, há instalações do país em outras operações, como de treinamento e abastecimento dos tripulantes. Assim, há inúmeros grupos de superfície, submarinos e aeronaves a postos.
O capitão do USS Abraham Lincoln, Dan Keeler, falou sobre o retorno ao Indo-Pacífico. “Minha tripulação está entusiasmada. Estamos ansiosos para demostrar o que um porta-aviões e o seu grupo de ataque podem oferecer”.





