O São Paulo oficializou a demissão de Roger Machado após a eliminação na quinta fase da Copa do Brasil. Com isso, o clube terá de pagar R$ 2,4 milhões ao treinador e sua comissão técnica. Um valor superior ao que Dorival Júnior custará por mês na folha salarial a partir de agora.
Segundo informação do jornalista Jorge Nicola, a dispensa de Roger irá custar R$ 2,4 milhões aos cofres tricolores. As cifras correspondem a três meses de salário do profissional, que esteve à frente do time em 17 partidas, sendo sete vitórias, quatro empates e seis derrotas.
Dorival, por sua vez, exigirá um esforço menor do SP nesse sentido. Inicialmente, o ex-comandante da Seleção Brasileira pediu o que recebia no Corinthians: R$ 2,5 milhões, que faziam dele um dos mais bem pagos do futebol brasileiro. A direção tricolor, por sua vez, pensava em algo em torno de R$1,5 milhão.

Resolvidas as discordâncias, as partes chegaram a um acordo e Dorival receberá R$ 2 milhões por mês em sua terceira passagem pelo Morumbi. Campeão da Copa do Brasil de 2023, título inédito na história da instituição, o treinador retorna com status de grande reforço e muito bem quisto pela torcida.
São Paulo deve fortuna a treinadores
Com os R$ 2,4 milhões da dispensa de Roger, o Tricolor Paulista já acumula mais de R$ 10 milhões devidos aos treinadores que passaram recentemente pela área técnica do Morumbi. Contribuem para essa quantia Luis Zubeldía, Hernán Crespo e até mesmo Dorival, que agora volta ao comando da equipe.
Em meio a crise financeira que vive, o SP continua acumulando débitos a pagar por profissionais que nem estão mais no clube, contribuindo com o dia a dia de trabalho. Não por acaso, o momento ruim tem se estendido para o campo de jogo.





