Luciano Hang, também conhecido como Véio da Havan, segue a todo vapor e deve abrir ainda mais lojas da varejista este ano. Enquanto isso, Eike Batista traça ideias para tentar reconstruir o seu império depois de ter sofrido um dos maiores colapsos empresariais da história recente do país.
Eike aposta no alinhamento com as demandas globais por energia limpa e sustentável para reescrever sua trajetória. Como a supercana, por exemplo, que simboliza essa nova fase unindo inovação tecnológica e alta produtividade em um mercado estratégico para o país.

Além de usar a supercana para combustíveis, o empresário pensa em transformar resíduos da cana-de-açúcar em matéria-prima para a fabricação de coisas do dia a dia, como canudos, copos e embalagens descartáveis. Neste caso, o bagaço seria uma alternativa ao plástico derivado do petróleo.
São movimentos que contrastam com investimentos tradicionais que outros bilionários estão acostumados a fazer por aqui. Com isso, Eike reforça a postura de que não está apenas atrás de viabilidade financeira, mas sim de reposicionar seu nome no mercado, associando a inovação tecnológica e sustentável.
De acordo com reportagem da Bloomberg, Eike garantiu 500 milhões de dólares (R$ 2,95 bilhões) para explorar o novo negócio a partir da cana-de-açúcar.
Véio da Havan prepara 15 novas lojas
Conforme destacado no início do texto, quem segue a todo o vapor é Luciano Hang, dono da Havan. O plano do empresário é continuar expandindo a marca no cenário nacional e, para isso, projeta inaugurar 15 novas lojas ao longo de 2026.
A empresa completa 40 anos de existência este ano e fará um investimento de R$ 1,25 bilhão para seguir se consolidando. Os recursos serão destinados, especialmente, ao mercado gaúcho, que já conta com R$ 3 bilhões de investimento da rede.





