As estações de metrô passaram a aceitar o Pix como forma de pagamento no Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense. Antes restrito a Central do Brasil, o serviço foi expandido para outras localidades e agora está disponível em 22 estações diferentes.
Já difundido em todo o território brasileiro, o Pix é utilizado diariamente por milhões de pessoas. Inseri-lo como método de pagamento em lugares movimentados como estações de metrô e trem é uma forma de agilizar o processo e melhorar o serviço prestado.

Veja as estações cariocas que aceitam Pix como pagamento:
- Ramal Belford Roxo: Belford Roxo
- Ramal Deodoro: Central do Brasil, São Cristóvão, Maracanã, Olímpica de Engenho de Dentro, Madureira e Deodoro
- Ramal Japeri: Nilópolis, Mesquita, Comendador Soares, Nova Iguaçu, Austin, Queimados, Engenheiro Pedreira e Japeri
- Ramal Santa Cruz: Bangu, Campo Grande, Paciência e Santa Cruz
- Ramal Saracuruna: Duque de Caxias, Gramacho e Saracuruna
Operação em metrô visa combater assédio
Enquanto no Rio as estações passam a aceitar o Pix como método de pagamento, em São Paulo o transporte público é utilizado pelos agentes de segurança para combater casos de crimes como importunação sexual e agressão física.
Como as ocorrências costumam aumentar nos horários de pico, os profissionais agem à paisana, circulando entre os usuários. Eles se misturam entre os passageiros, monitorando comportamentos suspeitos e acionando equipes uniformizadas ou a polícia quando necessário.
O trabalho dos agentes é reforçado por câmeras de segurança espalhadas por estações e vagões. Além de atuar buscando possíveis crimes, eles também prestam apoio em situações de emergência, como em casos de mal súbito.
Os passageiros que passam mal recebem atendimento inicial nas estações e, se necessário, são encaminhados a hospitais. Quanto aos atos criminosos, especialistas e vítimas reforçam a importância de denunciar para combater a impunidade.





