O mangostão, considerado a fruta mais cara do Brasil em 2025, chama atenção não apenas pelo preço, que pode chegar a R$ 200 o quilo, mas também por seus benefícios nutricionais. Originária do Sudeste Asiático, a fruta é cultivada em poucas regiões brasileiras, o que contribui para o alto custo e a dificuldade de acesso.
Seu sabor equilibrado entre o doce e o ácido conquistou consumidores que buscam produtos exóticos e saudáveis. Além do valor comercial, o mangostão é reconhecido pela alta concentração de nutrientes e compostos bioativos.
Rico em vitamina C, ele auxilia na defesa do organismo, fortalecendo o sistema imunológico e reduzindo a suscetibilidade a infecções. Por isso, seu consumo tem sido associado a uma dieta voltada à prevenção de doenças e ao bem-estar geral.

Propriedades e benefícios do mangostão
O mangostão contém fibras alimentares que favorecem o funcionamento do intestino e promovem sensação de saciedade, o que pode auxiliar no controle do peso corporal. A fruta também apresenta propriedades antioxidantes, atribuídas à presença de xantonas, compostos naturais que combatem os radicais livres e retardam o envelhecimento celular.
Essa ação antioxidante ainda contribui para a redução de processos inflamatórios e para a proteção de células contra danos oxidativos. Outro benefício importante é o auxílio no controle da glicose no sangue, tornando o mangostão uma opção interessante para pessoas que buscam equilíbrio metabólico.
Além disso, suas propriedades anti-inflamatórias podem ajudar a amenizar sintomas de alergias e prevenir doenças crônicas, como as cardiovasculares. O alto preço do mangostão no mercado brasileiro é resultado de fatores como baixa produção nacional, sazonalidade e alto custo de importação. A colheita exige cuidados específicos, já que a fruta é sensível a variações de temperatura e transporte inadequado.





