O mundo está presenciando diversas guerras que vem acontecendo pelo planeta e que simplesmente parecem “não ter fim”. Agora, até mesmo Japão e Chinas, duas potências mundiais que estão no continente asiático, também podem entrar em ‘pé de guerra’.
O Japão e os Estados Unidos há muito tempo estabelecem uma união para conter a influência da China na região do Indo-Pacífico. A ideia com isso é de, principalmente, evitar que as tensões atuais evoluam para um conflito militar aberto na Ásia.
O crescimento estrondoso dos chineses no Mar do Sul da China e no entorno de Taiwan fizeram com que os japoneses e estadunidenses intensificassem em suas forças armadas. Por trás dessa união existe uma estratégia muito bem definida.
Isso por que os EUA enxergam essa cooperação como algo fundamental para que a liberdade de navegação seja garantida, além de poder proteger aliados regionais e equilibrar o avanço chinês, que vem ampliando sua influência política, econômica e militar em países vizinhos.
Por mais controverso que possa parecer, a ideia com essa união não é de promover qualquer tipo de conflito, e sim, evitá-lo. A estratégia é de que a demonstração de força sirva para a desencorajar qualquer iniciativa militar que possa gerar algum conflito.
A China já entende que essa união aconteceu para evitar os avanços de seu crescimento nesse quesito. Ainda não se sabe se essa tentativa de dissuasão vai de fato funcionar, no entanto, essa estratégia é apontada bem claramente.
Por que a China quer avançar no Indo-Pacífico?
Apesar dos esforços de Japão e Estados Unidos para evitar que a China avance no Indo-Pacífico, isso não deve ser uma tarefa nada simples e que está longe de acabar. Isso por que os chineses enxergam esse movimento como vital para sua economia, combinando interesses econômicos, estratégicos, militares e políticos.





