Enquanto todos aguardam a contagem regressiva, consomem bebida alcoólica, comem quantidades incontáveis de besteiras, ninguém percebe o mal que está por vir. Não para o próprio organismo das pessoas, mas nos dias seguintes. O lixo nas praias assusta quem esteve no mesmo local no dia anterior.
É comum nos finais de ano que a quantidade de lixo nas praias aumente consideravelmente. Se em dias comuns, já existem muitas pessoas que realizam o descarte inadequado, imagine nas festividades de Natal e Ano Novo… Os responsáveis pela limpeza sofrem para deixar a areia intacta.
O mar já é um outro problema. Com a ressaca e as ondas, o lixo nas praias se acumula na água e quem passa a sofrer são as espécies marinhas. A divulgação de imagens com tartarugas e plásticos sempre circulam nas redes sociais como sinal de alerta do que a sujeira em excesso causa no ambiente.
No entanto e apesar de todos os problemas, tem quem encontre um motivo para sorrir e, até mesmo, fazer dinheiro. Não existe apenas lixo nas praias. No meio dos plásticos, comidas, vidro, entre outros, aparece objetos de maior valor, que as pessoas perdem sem saber, ou que não eram valiosos e passam a ser com o passar do tempo.
Lixo nas praias e dinheiro nas mãos
Em 2023, viralizou nas redes sociais um jovem de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, que faturou R$ 3 mil com objetos encontrados entre o lixo nas praias. Com um detector de metal, a pessoa percorria as areias quentes em busca das raridades.
Na época, o jovem de 25 anos tinha um projeto de juntar R$ 1 milhão com as descobertas em meio ao lixo nas praias. Em pouco mais de um ano, já tinha acumulado R$ 3 mil. Ele, inclusive, tinha uma série na internet para mostrar o dia a dia e as descobertas com o detector de metal.





