O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, volta a colocar pressão ao regime de Nicolás Maduro na Venezuela. De acordo com um comunicado oficial da Marinha do país norte-americano, o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, entrou se aproximou da costa da América Latina.
A justificativa de Donald Trump para a presença do porta-aviões na região se dá pelo combate ao narcotráfico. Os Estados Unidos da América realizaram diversas operações nas últimas semanas contra o grupo de criminosos em mar aberto. Contudo, já existem alertas por todo o planeta para possíveis operações militares na Venezuela.
O USS Gerald R. Ford desligou o transponder ao avançar sobre o Estreito de Gibraltar e, assim, não há conhecimento sobre a posição exata. Os Estados Unidos da América optam pelo sigilo e alimentam ainda mais as teorias de outras intenções com a presença do porta-aviões próximo à Venezuela.
Não à toa, Nicolás Maduro já prepara a população para uma luta em esquema de guerrilha, caso o presidente Donald Trump ordene uma invasão das forças militares dos Estados Unidos da América. O projeto inclui a mobilização de armamentos, como equipamentos russos, e a dispersão das unidades do exército venezuelano.
Uma fonte próxima ao regime de Nicolás Maduro revelou à agência de notícias Reuters que “não duraríamos nem duas horas em uma guerra convencional”. O temor existe não só pela defasagem do arsenal militar na Venezuela como pela grandiosidade do porta-aviões USS Gerald R. Ford.
O equipamento dos Estados Unidos da América tem a capacidade de abrigar até 90 caças e helicópteros, além de possuir uma pista para pousos e decolagens. Segundo a Marinha, o USS Gerald R. Ford é o maior, mais letal, mais moderno e mais adaptável porta-aviões do mundo.




