A nova preocupação extraterrestre não é a questão de vida alienígena, mas com asteroides De acordo com os últimos levantamentos da NASA, algumas cidades da Terra poderiam estar em sinal de alerta por conta da possibilidade de serem atingidos por corpos com mais de 140 metros.
A preocupação se dá pois, apesar de ter um tamanho expressivo para a humanidade, os asteroides viajam pelo espaço sem ser detectados pelos sistemas de monitoração da NASA. De acordo com a Oficial de Defesa Planetária da NASA, Kelly Fast, somente 40% desses corpos já foram identificados pelas tecnologias. O restante? Segue “no mistério”.
“O que me tira o sono são os asteroides que desconhecemos. Objetos pequenos nos atingem o tempo todo, então não nos preocupamos tanto com isso. E também não nos preocupamos tanto com os grandes, como os que vemos nos filmes, porque sabemos onde estão”, revelou a especialista para o The Daily Star.

Inovação em andamento
Os asteroides de porte médio seriam capazes de devastar toda uma cidade ou região, caso a invasão ocorra de fato. Por isso, é importante que as tecnologias da NASA encontrem uma alternativa para monitorar esses corpos. Os cientistas já trabalham de olho em um novo telescópio espacial, o Near-Earth Object Surveyor (NEOS).
A previsão de lançamento é para 2026. A ferramenta funcionaria a partir de assinaturas térmicas que teria a possibilidade de detectar asteroides mais escuros. Ou seja, os que antes eram ocultos aos telescópios. Como ainda não houve o lançamento, é impossível prever a eficiência do NEOS, mas as expectativas são altas.
Os cientistas da NASA classificam os asteroides de porte médio como “assassinos de cidade” por conta da capacidade de destruição. A Dra. Fast revelou que há 25 mil corpos desse tipo orbitando pela Terra.





