Um incidente envolvendo um navio de guerra ocorreu na Suécia, onde uma Stridsbåt 90 encalhou em uma ilha durante um exercício militar. O acidente, que aconteceu em fevereiro do ano passado, resultou em quatro feridos, incluindo duas pessoas com lesões graves, como danos na cabeça.
A investigação realizada pela Comissão de Acidentes da Suécia revelou várias falhas que contribuíram para o acidente. Nenhum dos ocupantes usava cinto de segurança e não havia capacetes disponíveis para proteger contra lesões na cabeça.
Essas deficiências foram consideradas significativas, pois contribuíram para a gravidade das lesões sofridas pelos tripulantes. O comandante da segurança marítima, Jonas Thern, enfatizou a necessidade de realizar exercícios em alta velocidade, mas reconheceu que isso deve ser feito com cautela.

Condições do exercício
A comissão destacou que a dificuldade do exercício não foi adequadamente ajustada ao nível de experiência da tripulação, e a visibilidade estava comprometida devido à escuridão. Além disso, a tripulação tinha conhecimento limitado sobre o sistema de navegação, o que dificultou a operação segura da embarcação.
O excesso de velocidade foi identificado como um dos principais fatores que levaram ao acidente. A resposta ao acidente também foi criticada. A estrutura de comando foi considerada inadequada, o que atrasou a assistência aos feridos.
A falta de capacetes e a utilização rara de cintos de segurança foram citadas como falhas que poderiam diminuir as consequências do acidente. Thern mencionou que os capacetes disponíveis eram muito pesados para uso em embarcações, o que levanta questões sobre a necessidade de revisar os equipamentos de segurança.
Como resultado da investigação, a Comissão de Acidentes recomendou que as Forças Armadas revisem suas práticas de segurança, incluindo a utilização de capacetes e cintos de segurança em operações de combate.





