Se você sonha em ter um carro, saiba que já não é mais preciso comprar. Muito menos viver de Uber pelas ruas. Uma nova modalidade caiu no gosto de brasileiros que já não dependem de altos investimentos, financiamentos ou motoristas de aplicativos. A tendência agora é assinatura.
De acordo com a Associação Brasileira da Locadora de Automóveis (ABLA), a contratação de carros por assinatura cresceu mais de 120% no último ano. Essa alternativa permite, fora a economia, maior liberdade dos brasileiros com os automóveis. Existem três principais opções: leasing, aluguel e assinatura.
Entenda a diferença de leasing, aluguel e assinatura
No primeiro caso, trata de um contrato de longo prazo, com duração de 24 a 48 meses, entre o motorista e uma instituição financeira. Quando o vínculo se encerra, o motorista tem a possibilidade de comprar o carro, devolver ou renovar. As parcelas costumam ser menores quando comparadas com um financiamento.

O aluguel, diferentemente do leasing, dá maior flexibilidade ao motorista. Os contratos pelo carro não precisam ser de longo prazo, mas de dias, semanas ou meses. Além disso, os gastos relacionados a IPVA, manutenção, seguro e assistência já estão inclusos no pacote. É uma alternativa mais vantajosa, caso não haja necessidade de ter o automóvel por muito tempo.
A assinatura se tornou a ferramenta mais moderna para os dias atuais. Os motivos que justificam o crescimento em 2025 são o conforto e não precisar se preocupar com uma revenda. Na assinatura, os contratos variam de 12 a 36 meses a partir de planos mensais ou anuais. O abastecimento, seja de gasolina ou recarga elétrica, fica sob a responsabilidade do motorista.
A mudança no comportamento ainda não significa uma escassez na venda de carros pelo mercado. Contudo, com o passar dos anos, é possível que a mobilidade no Brasil seja atrelada a formas como assinatura, aluguel e leasing.





