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O que acontece com quem está no orfanato quando completam 18 anos?

Por Isa Luciano
31/10/2025
Créditos: Foto de Jesús Rodríguez na Unsplash

Créditos: Foto de Jesús Rodríguez na Unsplash

Quando jovens atingem 18 anos sem serem adotados, a lei brasileira exige que deixem os abrigos, marcando o início de uma jornada independente. Esse momento, embora esperado, traz ansiedade e incertezas, como visto em histórias de adolescentes em São Paulo.

Programas como repúblicas jovens ajudam nessa transição, oferecendo suporte temporário até os 21 anos. Ana Flávia, que completou 18 anos recentemente, recebeu uma festa surpresa no abrigo onde viveu por um ano e meio.

Créditos: Foto de SHTTEFAN na Unsplash

Ela trabalha em uma hamburgueria, mas ainda depende de apoio para se sustentar sozinha. Agora, mudará para uma república, onde terá mais autonomia, mas precisará gerenciar despesas pessoais como higiene e roupas.

Suporte Limitado e Realidades Locais

Uma resolução do Conselho Nacional de Assistência Social determina que estados e municípios criem repúblicas para ex-abrigados, mas a implementação é desigual. Em São Paulo, há apenas 18 dessas unidades para jovens de 18 a 21 anos, insuficientes para atender à demanda.

Nessas repúblicas, alimentação é fornecida, mas itens básicos ficam a cargo dos moradores. Coordenadores enfatizam a importância de preparar os jovens para a independência.

No abrigo, cuidadores lembram consultas e organizam rotinas; na república, os jovens assumem responsabilidades como gerenciar horários e finanças. Essa mudança ajuda a construir habilidades para a vida adulta, mas muitos sentem saudades do suporte constante.

Histórias de Resiliência e Planos Futuros

Kaique, que completa 18 em setembro, planeja se mudar para uma república após duas tentativas fracassadas de adoção. Ele mora em um abrigo desde os 8 anos e valoriza a bolsa de estudos em um colégio de elite. Embora mantenha contato com a família biológica, prefere construir uma vida independente, possivelmente com um cônjuge.

Brígida, de 19 anos, já vive em uma república particular financiada por sua empresa. Ela estuda direito e sonha com faculdade, seguindo regras como limitar visitas. Essas histórias mostram resiliência, com jovens focando em educação e carreira para superar origens difíceis.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Isa Luciano

Isa Luciano

Publicitária formada pela Satc (Santa Catarina), também é escritora, redatora e roteirista. Possui experiência em setores de marketing e agências publicitárias. Também é autora de poesias e do livro “para o que não foi amor, o que foi e o que quase”, publicado pela Editora Invicta.

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