A teoria da relatividade de Albert Einstein, provavelmente, é uma daquelas únicas que não serão alteradas com o passar dos anos. Por mais que a tecnologia e a ciência avancem, nenhum estudo consegue superar o que pensava um dos maiores pensadores da história. Mesmo em um período tão distante.
Não à toa, a teoria da relatividade voltou a ser assunto na Nasa – logo também será a Elon Musk. A empresa aeroespacial, assim como a Starlink, planeja realizar novas e novas missões no espaço com o intuito de desbravar ainda mais a Lua e Marte. Há expectativas de que se consiga obter cada vez mais rumo a uma possível colonização humana.
Contudo, não pode haver erros nas missões. Os investimentos para uma missão no espaço são altíssimos e qualquer erro no cálculo é fatal. Por isso, intensificaram o número de estudos em relação ao tempo em Marte e descobriram algo que Albert Einstein já imaginava no passado com a relatividade.

Diferença pode ser determinante para desastre em missão
O tempo em Marte passa de uma forma diferente da Terra. Segundo os pesquisadores Neil Ashby e Bijunath R. Patla, que publicaram uma pesquisa na The Astronomical Journal, a diferença é na casa dos 477 microssegundos. No entanto, o número pode variar a depender da posição do planeta em comparação ao Sol.
O valor parece baixo, mas, em se tratando da velocidade da luz, representa o equivalente a 184 campos de futebol americano – medida semelhante ao do futebol brasileiro. Sem essa informação, os astronautas estariam sujeitos a erros em momentos de pouso e, consequentemente, à morte.
A descoberta recente só reflete como Albert Einstein mostrou estar à frente do próprio tempo. Longe de ter os mesmos recursos de hoje em dia, o estudioso conseguiu descobertas que permanecem intactas na humanidade.





