Enquanto houver Estados Unidos da América na jogada, sempre haverá algum outro país para ser influenciado e tentar copiar as medidas. Independentemente do juízo de valor que se aplique aos casos, a presença estadunidense pelo mundo interfere na política internacional de forma, muitas vezes, clara.
Não foi o que ocorreu especificamente na Suécia, porém, a situação reforça o papel dos Estados Unidos da América de Donald Trump na construção de narrativas. A Suécia anunciou uma decisão para aumentar o número de deportados do país nos próximos anos. O início tende a ser no dia 01 de setembro.
A reforma da Suécia estabeleceu que todos os imigrantes que estão condenados à prisão serão deportados. Não haverá restrições ou qualquer separação do tipo, a pauta da Segurança Nacional demonstra mais uma vez a própria força em um país relevante no globo terrestre.
A onda iniciou nos Estados Unidos da América, mas já se espalha em outras autoridades nacionais que buscam controlar a imigração. Fora a deportação, o Governo da Suécia tenta ampliar o tempo de abrangência de uma lei que impede o retorno de um deportado por seis meses.

Aumento em seis vezes das deportações
A medida da Suécia pretende diminuir bastante o número de estrangeiros no país. A projeção é de que em torno de 3.000 pessoas sejam deportadas aos respectivos locais com a nova regrar em vigor. Por enquanto, os brasileiros e as brasileiras ainda não fazem alarde sobre. Provavelmente porque envolve “apenas” pessoas presas.
A atitude da Suécia não é isolada e faz parte de um projeto de controle da Segurança Nacional que tomou conta de alguns países. Em meio ao aumento da locomoção de pessoas pelos países – em busca de refugo e abrigo – quem sofre os impactos são as cidades e os moradores locais.





