Parar de beber refrigerante pode ser o passo que faltava para quem quer ficar mais inteligente. Pelo menos é isso o que sugere um estudo brasileiro publicado pela revista Neurology e repercutido pelo jornal dinamarquês Berlingske.
De acordo com o estudo, adoçantes artificiais, que estão presentes nesse tipo de bebida, podem prejudicar a memória e acelerar o envelhecimento biológico do cérebro. Para chegar ao resultado, os pesquisadores acompanharam mais de 12.000 pessoas durante oito anos.

As descobertas mostraram que aquelas que ingeriram mais substâncias como aspartame e eritritol apresentaram um declínio 62% mais rápido nas habilidades cognitivas em comparação com aquelas que consumiram menos. Isso representa um acréscimo de 1,6 anos na idade biológica do cérebro.
Ou seja, deixar de consumir refrigerante e demais produtos que usam adoçantes artificiais em suas composições pode ajudar a preservar o envelhecimento do cérebro e, consequentemente, também a memória. Um passo importante para quem quer viver melhor e ficar mais inteligente.
Consumo de refrigerante subiu
Ainda segundo a fonte, o consumo de refrigerante aumentou consideravelmente no recorte dos últimos 10 anos na Noruega. Em 2024, os noruegueses ingeriram 376 milhões de litros da bebida adoçada artificialmente, muito mais que os 177 milhões de litros de 2015.
Para ser mais exato, o consumo mais que dobrou na última década. E a preferência dos noruegueses é pela Pepsi Max. Segundo o Nettavisen e outros veículos de comunicação locais, a Noruega representava 9% do consumo global da bebida em 2012.
São números que chamam bastante atenção, ainda mais por se tratar do país nórdico, que frequentemente é citado como modelo de desenvolvimento. Pelo menos no que diz respeito à área da saúde há muita coisa a ser feita por lá.





