Quando chega os últimos dias do ano, a população já pode esperar anúncios do governo em relação ao salário-mínimo. Independentemente do país, a maioria dos presidentes fazem os anúncios de reajuste na véspera da virada com o objetivo de levar uma boa notícia e esperança às famílias.
No Brasil, por exemplo, o Diário Oficial da União (DOU) publicou o reajuste do salário-mínimo no dia 24 de dezembro, um antes do Natal. Assim, a população pôde aproveitar para se organizar melhor com os presentes e festividades. A mudança foi de R$ 1.518 para R$ 1.621, o que representa 6,8%.
Com o aumento, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese) espera que haja uma injeção de R$ 81,7 bilhões na economia do Brasil. O primeiro pagamento do novo salário-mínimo será somente em fevereiro, pois ocorre referente ao trabalho no mês anterior.
Colômbia promove aumento quase 3x maior no salário-mínimo
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, segurou por mais alguns dias o anúncio do reajuste. A população do país conheceu o novo valor do salário-mínimo na última segunda-feira, em divulgação ao lado do Ministro do Trabalho, Antonio Sanguino. A medida também é válida a partir do primeiro de janeiro de 2026.
Diferentemente do Brasil, o aumento na Colômbia equivale a 23,7%. Portanto, a população que recebia em torno de R$ 2,3 mil com o salário-mínimo, passará a receber R$ 3 mil. O presidente Gustavo Petro aponta que o objetivo do reajuste é “melhorar a qualidade de vida dos colombianos e reduzir as desigualdades”.
Petro, ainda revelou que os “dados estatísticos mostram que quanto maior o salário-mínimo, menor o desemprego”. A medida, porém, foi alvo de críticas por parte de setores empresariais e da imprensa na Colômbia, que consideram como “insustentável”.





