Recentemente, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, publicou um dado nas redes sociais que escancara o maior problema do Brasil: a desigualdade social. O estudo em questão registra o avanço do salário mínimo mexicano e a estagnação do brasileiro.
De acordo com o levantamento, o México pulou da sexta para a terceira posição do ranking dos maiores salários mínimos da América Latina. Com um salário mínimo mensal de 536,62 dólares, o país só fica atrás do Uruguai (629,04 dólares) e do Chile (565,95 dólares).

O Brasil, por sua vez, sequer figura entre as dez primeiras posições e ocupa apenas o 14º lugar, com 307,99 dólares. Isso sendo a maior economia da América Latina, como apontou em 2023 o estudo World Economic Outlook, do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Embora seja capaz de apresentar um PIB estimado em US$ 2,13 trilhões, como naquela ocasião, o país fica para trás quando o assunto é a diminuição da desigualdade. Diferente do México, que ficou em segundo no relatório do FMI e recentemente galgou posições em relação aos maiores salários mínimos da região.
Os números chamam a atenção, uma vez que a desigualdade social acarreta em uma série de problemas, como marginalização, aumento de violência e criminalidade, além de limitar o acesso a serviços básicos como moradia, saúde e educação.
Veja a lista das 10 maiores economias da América Latina em 2023:
- Brasil: US$ 2,13 trilhões
- México: US$ 1,81 trilhão
- Argentina: US$ 621,83 bilhões
- Colômbia: US$ 363,84 bilhões
- Chile: US$ 344,4 bilhões
- Peru: US$ 264,64 bilhões
- República Dominicana: US$ 120,63 bilhões
- Equador: US$ 118,69 bilhões
- Porto Rico: US$ 117,52 bilhões
- Guatemala: US$ 102,77 bilhões





