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Quais árvores você não deve ter em casa se é alérgico a abelha?

Por Isa Luciano
03/01/2026
Créditos: Foto de Dmitry Grigoriev na Unsplash

Créditos: Foto de Dmitry Grigoriev na Unsplash

Para quem sofre de alergia a picadas de abelha, escolher plantas e árvores para o jardim requer atenção especial. Esses insetos são atraídos por flores ricas em néctar e pólen, o que pode transformar um espaço verde em uma zona perigosa.

Especialistas em jardinagem e saúde recomendam evitar espécies que concentrem enxames, priorizando alternativas seguras para manter o ambiente agradável e protegido.

Créditos: Divulgação Mercado Livre

Árvores Tóxicas e Perigosas

Uma das principais a evitar é a Espatódea, popularmente conhecida como bisnagueira ou tulipeira-do-gabão. Originária da África, ela é comum em cidades brasileiras e produz flores com uma substância gelatinosa tóxica para certas abelhas.

Isso pode causar mortes entre os insetos, deixando corpos agonizantes que atraem predadores e mais enxames, elevando o risco de acidentes.

Em áreas urbanas, essa árvore é frequentemente plantada para sombra, mas para alérgicos, representa um perigo constante.

Espécies Atrativas a Abelhas

Além da Espatódea, árvores frutíferas como goiabeira, jabuticabeira e pitangueira são problemáticas. Elas florescem abundantemente, oferecendo recursos florais que atraem abelhas em grande quantidade.

Plantas como acácias, eucaliptos e aroeira também liberam altos níveis de pólen e néctar, tornando-se pontos de encontro para esses insetos.

Flores ornamentais, como lavanda, girassóis e calêndulas, se plantadas em grupos próximos à casa, aumentam ainda mais a atratividade.

Alternativas Seguras para o Jardim

Para reduzir a presença de abelhas, opte por ervas aromáticas que elas tendem a evitar, como hortelã, citronela, manjericão e absinto. Essas plantas não só repelem insetos, mas também adicionam aroma e utilidade culinária ao espaço.

Outras opções incluem folhagens densas ou plantas sem flores vibrantes, que minimizam a produção de néctar. Manter o jardim limpo e podado ajuda a controlar populações indesejadas.

Se a alergia for grave, é essencial consultar um alergista ou especialista em controle de pragas. Eles podem avaliar o ambiente e sugerir medidas como remoção de plantas arriscadas ou uso de barreiras físicas.

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Isa Luciano

Isa Luciano

Publicitária formada pela Satc (Santa Catarina), também é escritora, redatora e roteirista. Possui experiência em setores de marketing e agências publicitárias. Também é autora de poesias e do livro “para o que não foi amor, o que foi e o que quase”, publicado pela Editora Invicta.

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