A busca por recordes sempre chamou a atenção, mas poucas histórias impressionam tanto quanto a de Antonio Romero Monteiro. O colecionador texano reuniu um acervo gigantesco. Ele alcançou marcas inéditas e transformou seu hobby em referência mundial.
Com mais de 24 mil jogos catalogados, Antonio figura no Guinness World Records. Sua coleção contempla itens de Xbox, Sega, Nintendo e PlayStation. O volume acumulado o tornou o maior colecionador de videogames do mundo.
O interesse começou cedo, ainda na infância, quando guardava seus primeiros cartuchos. O hábito de recomprar jogos que marcaram sua juventude ampliou o acervo. Aos poucos, a paixão virou um projeto de vida pessoal e longo.
A trajetória de um colecionador incansável
O primeiro conjunto que ganhou destaque foi o do Sega Genesis, que ocupou espaço especial na estante. Em seguida, ele passou a incluir consoles variados e acessórios raros. A intenção evoluiu de lembranças afetivas para coleções completas.
Segundo Antonio, o fascínio pelos videogames vai além do entretenimento. Ele os vê como expressão artística capaz de unir narrativa, som e imaginação. Cada geração, para ele, amplia esse potencial criativo de forma marcante.
Muitas das memórias afetivas do colecionador envolvem sua família e amigos. Títulos clássicos do Super Nintendo o acompanharam ao longo dos anos. Super Castlevania IV, por exemplo, segue entre seus jogos favoritos.
Como organizar um acervo tão monumental
Para manter mais de 24 mil itens sob controle, Antonio criou dois sistemas próprios. Um aplicativo cataloga cada jogo que integra sua imensa biblioteca pessoal. Já uma base personalizada compara títulos faltantes e repetidos.
A estrutura física segue lógica rígida e detalhada, com divisões por console e ordem alfabética. Ele ainda tenta agrupar fabricantes quando o espaço permite. Em muitos momentos, organizar tudo vira uma espécie moderna de Tetris.
Controlar o ambiente é essencial para manter itens antigos intactos, afirma ele. Uma climatização exclusiva evita danos causados por calor e umidade. Os jogos mais antigos ficam protegidos em caixas de PVC específicas.
Os desafios de encontrar raridades
Nem sempre é simples localizar edições difíceis e pouco distribuídas no mercado. Antonio revela que o último percentual de qualquer coleção costuma ser o mais complexo. Às vezes, um único item leva anos até aparecer com preço acessível.
O colecionador trabalha para completar seu acervo de Nintendo DS, que exige paciência. Ele já chegou à etapa final e falta menos de uma centena de jogos desejados. A persistência faz parte do caminho e impulsiona cada nova conquista.
A internet ajudou a possibilitar o que antes parecia inalcançável. Ela abriu portas para trocas, vendas e negociações mais amplas. Sem essa rede, diversos títulos jamais teriam sido encontrados.
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