O ataque conjunto liderado por Estados Unidos e Israel contra o território iraniano tem sido o destaque entre as notícias nos últimos dias, criando rumores sobre o surgimento de uma “Guerra Mundial”. O confronto garantiu o assassinato do aiatolá Ali Khamenei e do ex-presidente do país árabe Mahmoud Ahmadinejad.
O levante no Oriente Médio teve início no último sábado (28) e segue ativo em seu terceiro dia nesta segunda-feira (2). A ação rendeu retaliações do Irã em oito países: Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes, Kuwait, Iraque, Jordânia e Omã.
Ao todo, 11 nações se encontram envolvidas no embate, que deve se estender nos próximos dias. O alto número de países ligados potencializa a possibilidade de envolvimento das potências mundiais.

Historicamente, não existe um número exato para que uma “Guerra Mundial” se inicie. No entanto, o conceito do embate global liga-se ao enfrentamento dos países mundiais mais ricos, somando o poder bélico e econômico.
Além disso, para ocorrer um combate dessa escala é necessário que os conflitos se estendam por múltiplos continentes e oceanos. Atualmente, os bombardeios estão sendo realizados no Oriente Médio.
Quais potências mundiais se manifestaram ao ataque, afastando a possibilidade de uma ‘Guerra Mundial’?
Alemanha, Reino Unido, França e Itália condenaram o Irã e apoiaram os ataques dos Estados Unidos e Israel. Aliás, essas nações entendem que bloquear as ações do país do Oriente Médio confirma a paz mundial.
Por outro lado, países como China e Rússia reprovaram os bombardeios promovidos por norte-americanos e israelenses. No entanto, não se manifestaram com a intenção de interferir no embate.
Além disso, o Brasil condenou o ataque por meio de nota publicada pelo Itamaraty. O conflito no Oriente Médio ocorre em uma data próxima do encontro entre o presidente Lula e o líder do executivo dos Estados Unidos, Donald Trump, que deve ocorrer no dia 16 de março.





