Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Variedades
  • Economia
  • Contato
  • Política
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos os resultados
Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados

Quem sofre com TDAH consegue se aposentar antes pelo INSS?

Por Fagner Gregório
16/05/2026
Créditos: Shutterstock

Créditos: Shutterstock

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição que afeta muitos brasileiros e pode gerar dificuldades significativas na vida profissional. Uma dúvida comum entre os diagnosticados é se o TDAH pode levar à aposentadoria por invalidez pelo INSS.

Embora o transtorno não conste na lista de doenças que garantem a aposentadoria automática, é possível que o benefício seja concedido em casos específicos. O TDAH, que pode se manifestar por desatenção, hiperatividade e impulsividade, interfere na capacidade de manter rotinas e compromissos profissionais.

Adultos diagnosticados podem enfrentar desafios em funções que exigem alta concentração e organização. Isso levanta a questão sobre a possibilidade de aposentadoria por incapacidade permanente devido ao impacto que o transtorno tem na vida laboral.

Aposentadoria por Invalidez e a Lei

A aposentadoria por invalidez, atualmente chamada de aposentadoria por incapacidade permanente, é prevista na Lei 8.213/91. Para a concessão desse benefício, o segurado deve estar total e permanentemente incapaz para o trabalho, sem possibilidade de reabilitação.

A análise não se concentra apenas na condição médica, mas sim na capacidade do indivíduo de exercer sua profissão ou qualquer outra atividade. Para obter a aposentadoria por TDAH, o segurado deve comprovar sua qualidade de segurado e a incapacidade total e permanente para o trabalho.

Isso inclui a apresentação de laudos médicos atualizados, relatórios psiquiátricos e comprovantes de tentativas de tratamento. Além disso, o segurado deve passar pela perícia médica do INSS, que avaliará a existência de impedimentos reais e definitivos.

Embora não haja uma regra fixa sobre a validade dos laudos médicos, recomenda-se que os documentos apresentados sejam recentes, preferencialmente de 6 a 12 meses. Os laudos devem incluir o diagnóstico completo, descrição dos sintomas e grau de comprometimento na vida diária. Manter essa documentação atualizada é crucial para a análise do INSS ou de uma eventual ação judicial.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
LogoCaro leitor,

O acesso ao conteúdo será liberado imediatamente após o anúncio.

Fagner Gregório

Fagner Gregório

Jornalista graduado pela SATC (Santa Catarina), atua na produção de conteúdo jornalístico para web. Tem experiência em redação de portais (4oito) e jornais, além de assessoria de comunicação.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem resultados
Ver todos os resultados

Recomendado para Você

Créditos: Vitor Silva/Botafogo

FIFA vai colocar o Botafogo na zona de rebaixamento caso isso não seja feito

16/05/2026
Ancelotti

Ancelotti nomeou na Seleção joia de 23 anos do futebol brasileiro com multa de 100 milhões de euros

16/05/2026
Créditos: José Cruz/Agência Brasil

Patrão é obrigado a dar folga durante jogo do Brasil na Copa do Mundo?

16/05/2026
Créditos: Shutterstock

Quem sofre com TDAH consegue se aposentar antes pelo INSS?

16/05/2026
Créditos: Agência Brasil

Governo decidiu passar “pente-fino” no Bolsa Família para identificar irregularidades nesta cidade

16/05/2026
  • Contato
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Variedades
  • Economia
  • Contato
  • Política
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades