Jogador recusou a possibilidade de jogar na liga mais rica do mundo para defender as cores do Palmeiras na temporada de 2026. O atleta em questão é o lateral-esquerdo Arthur, de apenas 20 anos de idade, mais uma cria das categorias de base alviverdes.
No início da jornada, antes mesmo de ganhar sequência sob o comando de Abel Ferreira, o jovem ala recebeu uma proposta milionária do Neom, da Arábia Saudita. Diferentemente de outros profissionais, que acabam optando pelo lado financeiro, o camisa 56 deu preferência para a parte esportiva da carreira.
Antes de pensar na continuidade de sua trajetória, Arthur queria realizar o sonho de se tornar profissional pelo Verdão. Meses depois, ele não só viu isso se concretizar, como ainda virou titular da equipe na ausência de Piquerez, que se lesionou, superando a concorrência de Jefté, contratado justamente para ser o suplente do uruguaio.

O lateral teve um pouco de dificuldade no início, mas se firmou em seguida e vem agradando Abel: “Temos visto que o Arthur tem sido uma agradável surpresa. Uma aposta, jovem da base, sem experiência nenhuma e jogando Libertadores, Brasileirão. Não é formar para vender, é para ser campeão”.
Arthur recusou liga mais rica do mundo
Para se ter uma ideia da decisão que o jovem precisou tomar, a liga saudita é apontada como a mais rica da atualidade. Isso porque o príncipe herdeiro do país, Mohammed bin Salman, é o dono de clube de futebol com a maior fortuna do planeta.
Bin Salman controla um império estimado entre US$ 700 bilhões e US$ 1,4 trilhão (entre R$ 3,4 trilhões e R$ 6,97 trilhões). Cifras inimagináveis. Uma parte considerável da fortuna saudita é destinada justamente para fortalecer o campeonato nacional.
Três dos maiores clubes do país, Al-Nassr, Al-Ahli e Al-Ittihad, são de propriedade do governo. Fora o Newcastle, da Inglaterra, que desde 2021 também faz parte do império.





