O controle migratório e a segurança nacional se tornaram pontos de debate em diversos países nos últimos anos. Em meio ao crescente movimento transitório das pessoas, por diferentes motivos, as pautas passaram a integrar as reuniões dos governos e, com isso, levaram a atitudes em relação à entrada de estrangeiros.
No Reino Unido, a consequência da retomada de pautas sobre a segurança nacional é o reforço de uma medida de 2023. O Governo instituiu a cobrança de uma taxa de 18,40 euros, o que corresponde a cerca de R$ 100, para alguns imigrantes de 85 países – todos não dependem de visto para entrada.
O pagamento dá direito à compra de uma Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) e tem validade de dois anos. Entre as nacionalidades que precisam dessa autorização estão França, Espanha, Estados Unidos da América e Canadá. O Governo exige que as agências aéreas impeçam o embarque de quem não apresentar a documentação.
Um dos vizinhos do Reino Unido, a Escócia, critica fortemente a decisão, que consideram como uma taxa de entrada por conta do Brexit. Vale lembrar que o país deixou de fazer parte da União Europeia recentemente. Anteriormente, não existia qualquer possibilidade dessa taxa de 18,40 euros.

Brasileiros terão de pagar mais para entrar no Reino Unido?
Não. O Brasil não está incluso na lista, pois não possui os acordos econômicos que descartem a apresentação do visto para entrada no Reino Unido. Portanto, o percurso dos brasileiros e brasileiras que pretendem visitar o país continua o mesmo. O que não significa ser barato.
Contudo, quem apresenta dupla nacionalidade precisará apresentar certificado específico durante o processo de imigração ao país. O destino atrai muitos turistas pelo mundo inteiro, além de ser uma excelente porta de entrada para grandes empresas no mercado de trabalho.





