A FIFA impôs nesta terça-feira um transfer ban que impede o São Paulo de registrar novos jogadores. A punição surge por não ter pago a primeira parcela de € 1,050,000. Cerca de R$ 6,08 milhões, na compra de Marcos Antônio.
A negociação foi planejada em quatro parcelas, mas o atraso na primeira comprometeu todo o acordo. Sem o registro, o clube não pode inscrever atletas até que a dívida seja quitada ou regularizada.
Transfer ban e suas consequências
O bloqueio de registro impede que o clube registre novas contratações, inclusive em categorias de base e reservas. Consequentemente, a equipe tem de depender dos atletas já registrados, o que pode limitar a profundidade do elenco.
Além do aspecto esportivo, o ban pode afetar receitas de patrocínio, já que investidores buscam clubes com liberdade de mercado. Por isso, a diretoria tem pressionado a FIFA para regularizar a situação, apresentando garantias de pagamento futuro.
Movimentos de mercado do São Paulo
São Paulo entrou em contato com o estafe de Allan, jogador livre. Dorival Júnior elogiou o nome e pediu ao clube que monitore o mercado em busca de opções de custo reduzido.
Com as conversas ainda iniciais, o clube avalia a viabilidade de contratar Allan, que está livre no mercado. A estratégia permanece similar às contratações anteriores, priorizando jogadores com custos reduzidos e boas condições contratuais.
O lateral Maik tem recebido propostas, inclusive de clubes do Leste Europeu, embora o São Paulo ache os valores baixos. O clube prefere aguardar ofertas mais vantajosas, reforçando a postura de cautela nas negociações internacionais.









