A Seleção Brasileira recebeu uma comunicação importante sobre valores bilionários envolvendo a Copa do Mundo de 2026, e justamente isso abre espaço para comemoração nos bastidores da CBF. No entanto, o anúncio também reforça o peso financeiro do torneio que será disputado na América do Norte.
A FIFA confirmou um aumento expressivo nas distribuições financeiras totais para o Mundial de 2026, elevando os pagamentos para quase US$ 900 milhões, algo próximo de R$ 4,5 bilhões. O valor oficial atualizado foi detalhado em US$ 871 milhões, acima dos US$ 727 milhões anunciados anteriormente.
Aumento bilionário muda cenário das seleções
Esse crescimento foi comunicado após reunião do Conselho da FIFA antes do congresso marcado para a próxima quinta-feira (30), em Vancouver, no Canadá. No entanto, o movimento não aconteceu por acaso, já que diversas federações demonstraram preocupação com os custos elevados.
As despesas com viagens, impostos e operações gerais aumentaram de forma significativa, principalmente porque o torneio será sediado também no México e nos Estados Unidos. Justamente por isso, havia receio de prejuízos financeiros mesmo com a participação na competição.
Diante desse cenário, a entidade decidiu elevar a verba destinada à preparação das seleções, que passou de US$ 1,5 milhão para US$ 2,5 milhões por equipe. Até mesmo o valor garantido pela classificação também foi reajustado, subindo de US$ 9 milhões para US$ 10 milhões.
Premiação ‘pesada’
Além dos valores iniciais, a FIFA também manteve uma estrutura robusta de premiação para o desempenho esportivo ao longo do torneio. No entanto, os números mostram um salto relevante em comparação com edições anteriores.
A seleção campeã da Copa do Mundo de 2026 receberá US$ 50 milhões, enquanto a vice ficará com US$ 33 milhões. Já o terceiro lugar garantirá US$ 29 milhões, e o quarto colocado terá direito a US$ 27 milhões.
Esses valores fazem parte de um ciclo financeiro ainda maior, já que a FIFA estima arrecadar cerca de US$ 13 bilhões até o fim do período atual. Até mesmo a edição anterior, no Catar, já havia sido superada em termos de distribuição, com um aumento de cerca de 50%.

Brasil aparece entre favoritos
Paralelamente ao cenário financeiro, a Seleção Brasileira também recebeu uma avaliação positiva no ranking de favoritismo elaborado pelo portal The Athletic, ligado ao The New York Times. No entanto, o Brasil aparece apenas na quarta colocação geral.
A lista coloca Espanha, Argentina e França à frente da equipe brasileira, o que reforça o nível de competitividade esperado. Ainda assim, a posição mantém o país entre os principais candidatos ao título.
O top 10 ainda inclui seleções como Holanda, Inglaterra, Portugal, Alemanha, Colômbia e Croácia. Justamente esse cenário mostra o equilíbrio da disputa que se aproxima.
Na fase de grupos, o Brasil terá como adversários Marrocos, Escócia e Haiti, sendo que apenas o primeiro aparece próximo no ranking. Até mesmo esse detalhe reforça a expectativa de avanço na competição.
Por fim, a análise destaca a necessidade considerada urgente de o Brasil voltar a conquistar o título mundial, algo que não acontece desde 2002. No entanto, a presença de Carlo Ancelotti é vista como um possível diferencial para a equipe brigar pelo troféu.





