Há pouco menos de um ano, a FIFA conheceu o primeiro campeão do Super Mundial de Clubes. O Chelsea, da Inglaterra, superou o Paris Saint-Germain, da França, por 3 a 0. Todos os compromissos ocorreram nos Estados Unidos da América, porém, não tiveram tanto apoio da população do país, que tem outros esportes como prioridade.
Contudo, o formato disputado com 32 clubes de todos os continentes semelhante à Copa do Mundo ganhou força. Principalmente pela possibilidade dos clubes de menores investimento competirem de fato. O Fluminense, por exemplo, alcançou a Semifinal do torneio.
Além disso, a grana que a FIFA disponibilizou aos participantes e em premiação no Super Mundial atrai o interesse dos dirigentes. O sucesso fez o presidente Gianni Infantino propor a expansão para 48 clubes, assim como será a Copa do Mundo deste ano nos Estados Unidos da América, México e Canadá.
A UEFA, logo de cara, não topou. A entidade que rege os principais torneios europeus justificou a decisão pelo calendário. Os clubes teriam de se comprometer à competição da FIFA depois de uma intensa temporada e, com isso, poderiam nem sempre render o espero em uma Liga dos Campeões.

UEFA coloca condição para Super Mundial de 48 participantes
Tudo mudou nos últimos dias com as negociações entre os mandatários de UEFA e FIFA. A primeira lançou uma proposta à mesa de Gianni Infantino para aceitar um Super Mundial de Clubes com 48 seleções: realização de quatro em quatro anos – diferentemente de dois em dois.
A FIFA, que claramente não pretende perder o apoio da UEFA, acatou. Por isso, a tendência é de um torneio mais recheado já na próxima edição, em 2029. A Europa ganharia mais quatro representantes – foram 12 em 2025.





