A União Europeia já estabeleceu o caminho para atrair a nova geração: concurso público. Depois de sete anos, o Gabinete Europeu de Seleção Pessoal divulgou o edital para o concurso AD5, que é a principal via de entrada para se tornar funcionário permanente da Comissão Europeia.
O processo seletivo ocorreu pela última vez em 2019 e, agora, chegou a vez de renovar o pessoal na União Europeia. A presidente da Comissão, Ursula Von der Leyen acredita que muitos funcionários de alto escalão ainda não se adequem às novas competências digitais. O que bateria com as qualidades da nova geração.
A expectativa é de que haja em torno de 60 mil candidaturas para o concurso AD5. No entanto, apenas um terço dos participantes terão a oportunidade de trabalhar na Comissão Europeia. As provas são conhecidas por serem muito difíceis com questões de raciocínio, conhecimento sobre a União Europeia, competências digitais e redações políticas.
O salário está na casa dos 6.758 euros com a oferta de 750 vagas permanentes e quase 1.500 lugares no cadastro de reserva. A candidatura pode ser feita até o dia dez de março e a Comissão Europeia tem dois anos de prazo para convocar os participantes que tiverem sucesso no processo seletivo.

Mudanças no Concurso da União Europeia
Os sete anos de hiato fizeram a Comissão promover mudanças importantes no processo seletivo do AD5. A prova será digital, logo com possibilidade de testes à distância, e com uma avaliação mais direta. Mesmo assim, o concurso ainda mantém a estrutura anterior em relação às fases.
Uma pessoa que seja aprovada no processo seletivo não será contratada de forma imediata. O candidato apenas se torna elegível para exercer as funções permanentemente. A lista para assumir um cargo em instituições, órgãos e agências da União Europeia é válida por um ano com recrutamento sob demanda.





