O técnico Carlo Ancelotti enfrenta um problema sério às vésperas da Copa do Mundo 2026. Lesões de jogadores importantes deixam dúvidas sobre o time e obrigam o treinador a buscar alternativas, justamente quando a competição se aproxima.
O zagueiro Éder Militão rompeu o músculo bíceps femoral da perna esquerda no Real Madrid e ficará afastado por quatro meses, eliminando qualquer chance de jogar o Mundial. Já o goleiro Alisson sofreu uma lesão em treino pelo Liverpool e foi vetado das partidas recentes, preocupando a comissão técnica brasileira.
O lateral Vanderson, do Monaco, precisará passar por cirurgia na coxa esquerda, ficando fora por pelo menos três meses e praticamente fora da Copa. Caio Henrique, também do Monaco, sofreu uma lesão de grau dois na coxa direita, o que o impede de ser convocado por Ancelotti.
No meio-campo, Bruno Guimarães, do Newcastle, teve uma lesão grave e ficou fora dos últimos amistosos do Brasil, levantando incertezas sobre seu preparo para o início do torneio. Rodrygo, do Real Madrid, rompeu ligamento cruzado anterior e menisco lateral do joelho direito, com recuperação prevista de oito meses, confirmando sua ausência.
Essas lesões atingem titulares ou peças estratégicas, e Ancelotti terá de ajustar o elenco rapidamente. A defesa perde força com Militão e Vanderson, enquanto o meio-campo fica desfalcado com Bruno Guimarães e Caio Henrique. O ataque também sofre sem Rodrygo.

Ancelotti corre contra o tempo
Com a convocação marcada para 16 de março e amistosos contra França e Croácia nos Estados Unidos, o treinador terá pouco tempo para testar substitutos e definir a estratégia final. As mudanças podem impactar a primeira fase da competição.
Ancelotti enfrenta um cenário delicado, tentando equilibrar experiência e juventude no elenco enquanto lida com a frustração de perder atletas fundamentais. Cada escolha agora terá peso estratégico decisivo para o Brasil.









