Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Variedades
  • Economia
  • Contato
  • Política
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos os resultados
Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados

A fruta mais perigosa do mundo foi reconhecida até pelo Guinness World Records

Por Redação
28/12/2025
Créditos: Pixabay

Créditos: Pixabay

A natureza é cheia de surpresas, e algumas delas podem ser fatais. Um exemplo impressionante é a fruta da mancenilheira (Hippomane mancinella), que entrou para o Guinness World Records como a fruta mais perigosa do mundo. Apesar da aparência inofensiva, ela esconde um veneno extremamente potente.

A árvore da mancenilheira cresce em regiões tropicais da América Central e do Caribe. Seus frutos se parecem com pequenas maçãs verdes e são até convidativos à primeira vista. Não à toa, em espanhol, ela é chamada de manzanilla de la muerte — ou “pequena maçã da morte”.

Créditos: naturgucker.de / enjoynature.ne

Um veneno que age até pelo toque

A toxina presente nessa fruta, chamada hipoglicina A, é capaz de causar sintomas gravíssimos, como vômitos, diarreia, convulsões e até a morte. Comer um único fruto já é suficiente para ser fatal. Mas o perigo vai além da ingestão. Apenas encostar na árvore pode provocar queimaduras severas na pele.

Durante a chuva, ficar sob uma mancenilheira é um erro perigoso: o veneno escorre junto com a água e pode irritar a pele e os olhos. Cortar a madeira também é arriscado, pois o contato libera substâncias tóxicas no ar. Até a fumaça produzida pela queima da árvore é venenosa.

Antigamente, tribos locais usavam a seiva da mancenilheira para envenenar flechas, tamanha era a força do seu veneno. Essa prática reforça o quanto o contato com a árvore deve ser evitado em qualquer circunstância.

Hoje, placas de aviso alertam turistas e moradores das regiões onde a planta cresce. Graças a isso, casos de intoxicação são extremamente raros. Mesmo assim, a mancenilheira continua despertando curiosidade e respeito por seu poder mortal.

Curiosamente, a natureza deu um jeito de preservar essa espécie perigosa: a dispersão de suas sementes é feita pela própria água do mar, sem a ajuda de animais. Uma forma eficiente — e segura — de manter distância da “maçã da morte”.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Redação

Redação

Informações direto da redação de variedades do Diário da Região.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem resultados
Ver todos os resultados

Recomendado para Você

Créditos: Reprodução/ SBT

Revelado quanto Boris Casoy recebia como jornalista no SBT

03/04/2026
Créditos: Shutterstock

Inteligência Artificial escolhe qual a melhor praia do Brasil

03/04/2026
Créditos: Freepik

Marca de carro mais vendida em 2025 vendeu 11,3 milhões de unidades

03/04/2026
Créditos: Shutterstock

Jovem revolucionou a construção civil ao criar o cimento magnético

03/04/2026
Créditos: Freepik/Rawpixel.com

Refrigerante fica no passado com a chegada de nova bebida saborosa para as refeições

03/04/2026
  • Contato
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Variedades
  • Economia
  • Contato
  • Política
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades