Conhecidos nacionalmente pelo sucesso na música sertaneja, Henrique e Juliano encontraram uma nova forma de ampliar seus negócios longe dos palcos. A dupla passou a atuar como investidora no setor de tecnologia e finanças, apostando em soluções voltadas ao mercado musical e ao empreendedorismo criativo.
Aporte milionário em fintech para artistas
Os cantores colideraram um aporte de R$ 35 milhões na Strm, fintech que se define como uma “gravadora de bolso” e tem como foco atender artistas independentes. O investimento também contou com a participação do fundo americano Tompkins Ventures e será utilizado para o desenvolvimento de novos produtos e para a expansão da empresa em outros mercados.
Tecnologia aplicada à carreira musical
A Strm utiliza inteligência artificial para analisar dados de plataformas como Spotify, Deezer e YouTube. A partir dessas informações, a empresa ajuda músicos a entender tendências de mercado, avaliar o desempenho de suas carreiras e acessar adiantamentos financeiros proporcionais ao potencial de receita de cada catálogo.

Adiantamentos e alcance global
Os valores antecipados pela fintech variam de R$ 1 mil a R$ 1 milhão, com tíquete médio entre R$ 30 mil e R$ 50 mil. Atualmente, a plataforma monitora mais de 4,5 milhões de artistas em todo o mundo e reúne cerca de 37 mil usuários cadastrados, sendo a maioria no Brasil, com presença em dezenas de outros países.
Da música para o mundo dos negócios
Com o investimento, Henrique e Juliano reforçam uma tendência cada vez mais comum entre artistas de sucesso: diversificar fontes de renda e apostar em negócios ligados à inovação. A iniciativa mostra como a dupla vem transformando sua experiência no mercado musical em oportunidades lucrativas fora dos shows e dos estúdios.




