Os Estados Unidos estão no entro dos principais embates políticos e econômicos no cenário mundial desde a reta final de 2025 e principalmente agora nesse mês de janeiro. Depois dos ataques contra a Venezuela, agora até mesmo a Groenlândia surge como possível alvo de novos ataques.
Recentemente, o Governo Trump deixou bem claro que vem sendo discutida a possibilidade de uma ação militar para tomar controle da ilha da Groenlândia, que é território da Dinamarca. Foi explicado pela Casa Branca o motivo em torno dessa ação que pode acontecer.
“É vital para dissuadir nossos adversários na região do Ártico. O presidente e sua equipe estão discutindo uma série de opções para alcançar esse importante objetivo de política externa”, comunicou. Por fim, também afirmou que pode ser necessário o uso de forças armadas. “Utilizar as Forças Armadas americanas é sempre uma opção à disposição do comandante-chefe”, completou.
Depois das declarações feitas pelo governo norte-americano, vem sendo possível notar que, aos poucos, os Estados Unidos já está tomando espaço no Groenlândia. Ainda que nenhuma ação militar tenha sido feita, essa ocupação já vem sendo feita na questão financeira.
Surgiu a notícia recentemente de que vem crescendo drasticamente o número de empresas no território que pertence à Dinamarca que possuem capital americano. Um dos grandes investidores, inclusive, é bilionário e fiel apoiador de Donald Trump.
Ronald Lauder, herdeiro da Estée Lauder, discretamente adquiriu participação em diversas empresas groenlandesas, e isso é justamente o que faz com que o capital americano circule cada vez mais por lá. As empresas Greenland Water Bank ApS e Greenland Investment Group ApS foram as que receberam investimento.
EUA pode perder apoio de aliados por possível ataque contra a Groenlândia
Embora as intenções do Governo Trump sejam bem claras em relação à possíveis ações contra a Groenlândia, os diversos problemas diplomáticos com seus aliados podem acabar impedindo que essa ideia avance. A Holanda, por exemplo, é um dos países que estão recuando em suas operações em cooperação com os EUA depois dos ataques contra a Venezuela e principalmente agora com as novas ameaças.









