Um financiamento de cerca de R$ 400 milhões aprovado pelo Banco dos BRICS está prestes a entrar em uma nova fase. A expectativa agora é pela liberação dos primeiros recursos, que serão destinados a um pacote de investimentos voltado para obras e melhorias urbanas.
A cidade beneficiada pela operação é Aparecida de Goiânia. Nos próximos dias, representantes do Ministério do Planejamento, do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e da administração municipal devem participar de uma reunião técnica para alinhar os procedimentos necessários antes do início dos repasses.
Segundo o prefeito Leandro Vilela, a previsão é que o primeiro desembolso seja de US$ 5 milhões, com expectativa de ocorrer em julho. No entanto, a confirmação da data ainda depende das definições que serão tomadas durante os encontros técnicos previstos para esta semana.
O gestor explicou que o financiamento seguirá o formato tradicional adotado em operações internacionais. Dessa forma, os recursos serão liberados gradualmente, conforme o avanço das obras e a comprovação da aplicação correta dos valores já recebidos.
Além disso, o processo contará com mecanismos de fiscalização e acompanhamento. Justamente por envolver um banco internacional, cada etapa exigirá prestação de contas e o cumprimento de requisitos técnicos e jurídicos para autorizar novos desembolsos ao município.

Recursos serão aplicados em infraestrutura urbana
O financiamento foi autorizado em maio deste ano e corresponde a US$ 80 milhões. Inicialmente, a proposta previa US$ 120 milhões, mas o valor acabou sendo reduzido durante as negociações, enquanto a contrapartida da prefeitura foi ampliada para viabilizar a operação.
Os investimentos devem contemplar pavimentação de vias, construção de Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), implantação de parques e outras melhorias urbanas. O processo contou com participação de Leandro Vilela, do deputado federal José Nelto, do senador Vanderlan Cardoso e da equipe da Secretaria Municipal da Fazenda, liderada por Carlos Eduardo, após a regularização das exigências junto aos órgãos responsáveis pela análise da operação.





