Ainda não existe nenhuma ciência ou tecnologia capaz de ressuscitar um ser humano ou animal. No entanto, os avanços e o desenvolvimento de pesquisas permitem uma atitude semelhante. Por exemplo, diversas espécies pelo mundo ficam à beira da extinção em meio a variados motivos.
Contudo, antes de se decretar a extinção do animal ou até quando se declara, apesar de existir alguns sobreviventes, é possível tentar uma reviravolta na situação. Claro, essas medidas nunca são os Plano As para os pesquisadores. O interessante é tentar recuperar a espécie da forma mais natural possível.
Quando não é possível, a ciência entra em ação para tentar resgatar e garantir a longevidade ou até a “ressureição” de um animal. Um caso conhecido trata-se da borboleta Carterocephalus palaemon, que é não é nativa no Brasil e habita regiões temperadas da Europa, América do Norte e Ásia.

Cientistas dão vida nova à borboleta
A espécie de cor laranja e desenho característico esteve presente com maior intensidade na sociedade até o ano de 1976. De acordo com as informações, a última aparição ocorreu em passeios abertos e úmidos nas florestas do Reino Unido. Ou seja, os pesquisadores consideraram o animal como extinto.
Cerca de 40 anos depois, porém, o projeto Back from the Brink encontrou uma oportunidade de resgatar a presença da borboleta nos habitats a partir de indivíduos da espécie na Bélgica. As translocações do animal começou em 2018 com 16 diferentes destinos.
Um ano depois, os pesquisadores comemoraram o nascimento do primeiro adulto. Desde então, o monitoramento aponta para uma boa recuperação da espécie com apoio de quase 4.000 pessoas da comunidade local. Outros exemplos famosos na ciência são o Castor fiber e Pomarea dimidiata.





