Desde o período da Guerra Fria o estado de Washington, dos Estados Unidos, exerce influência política, econômica e militar por meio de alianças, sanções e outras bases militares. Alguns países discordam desse modelo dos EUA, entendendo que isso tudo favorece somente os interesses americanos.
China e Rússia são dois dos países que se mostram contrários a essa movimentação norte-americana. Esses que vem enfrentando pressões diplomáticas ou presenças militares americanas em suas áreas de influência. É justamente por conta disso que essa aliança está sendo firmada, e que agora estão prestes a receber mais um fortíssimo aliado.
Os chineses e russos agora receberão o apoio também dos iranianos nessa causa, reforçando um laço que vem ganhando cada vez mais atenção internacional. Exercícios navais conjuntos no Golfo de Omã e no norte do Oceano Índico vem acontecendo e chamando atenção.
Tensões com os Estados Unidos
Embora essa aliança tenha se firmado novamente recentemente, não é a primeira vez que os três países unem forças. Desde o ano de 2019 eles realizam exercícios anuais sob a sigla Marine Security Belt, com o intuito oficial de melhorar a segurança conjunta e a confiança entre as forças navais.
A principal ideia com essa parceria, do ponto de vista do Teerã, capital do Irã, é pelo objetivo de poder mitigar pressões externas de sanções e ameaças militares lideradas pelos Estados Unidos contra país. Pode-se dizer que seu governo recebe uma espécie de respaldo simbólico por ter apoio de dois dos maiores exércitos do mundo.
Por que a aliança foi feita somente agora?
A cooperação acabou sendo firmada de vez recentemente por conta do crescimento das tensões persistentes entre os Estados Unidos e os três países. Esse vínculo militar e diplomático entre Pequim, Moscou e Teerã mostra uma nova postura contra essa hegemonia norte-americana.





