A China segue à frente quando o assunto é tecnologia. Apesar de não ser uma das referências na Internet, como a Starlink de Elon Musk, o país é capaz de se desenvolver em diversas outras esferas do campo. Aliás, os carros mais modernos da sociedade estão na Ásia.
Desta vez, a inovação dos pesquisadores e cientistas envolve o cigarro. Se o objeto é prejudicial à saúde humana e ao meio ambiente, para os celulares e carros, talvez seja interessante. De acordo com os estudos do país, existe componente capaz de funcionar para a tecnologia nas pontas.
China à frente
Trata-se do acetato de celulose. O estudo da Universidade de Henan criou um método para transformar o material em uma ferramenta de armazenamento de energia. Com isso, seria possível alimentar super capacitadores de carros elétricos e celulares. No entanto, os experimentos ainda não estiveram em condições reais.

Explicando a energia a partir dos cigarros
A produção do composto para armazenamento de energia e bateria se dá a partir da conversão das pontas dos cigarros em um biochar nanoporoso hierárquico codopado com nitrogênio e oxigênio. Desse modo, há um aumento da área superficial que permite maior fluidez à condução iônica e, consequentemente, sucesso eletroquímico.
A composição das pontas de cigarro com o acetato de celulosa é a responsável para os pesquisadores e cientistas se aproximarem de uma descoberta surpreendente. Nem mesmo quem inventou o objeto para fumo teria capacidade de prever a utilização para alimentar a energia de carros elétricos e celulares.
Isso mostra como a China está avançada no modo como enxerga a tecnologia e a sustentabilidade. Os cientistas encontraram um artefato bastante danoso para a sociedade e ao meio ambiente e, possivelmente, irão retribuir com energia.





