País que é dono da segunda maior economia e também é um dos países mais desenvolvidos do mundo, a China segue surpreendendo com suas inovações em diferentes setores. Agora, ela pretende surpreender ainda mais com a construção de ilhas mesmo no meio do mar.
Os chineses vem planejando algo grandioso ao despejar milhões de toneladas de areia e sedimentos no sudeste asiático. O objetivo com isso é de remodelar o fundo do mar para a realização de novos projetos por lá.
Esse projeto de criação de novas ilhas não vem acontecendo de agora, e sim, há mais de uma década. Desde o ano de 2013 vem acontecendo essa operação por parte do governo chinês de aterrar recifes de coral nos arquipélagos de Nansha e Xisha, conhecidos também como Ilhas Spratly e Paracel.
Principalmente na última década foram feitos avanços surpreendentes que, em pouco tempo, superaram os esforços que vinham sendo realizados por outros países ao longo de décadas. Agora em 2026, o projeto já passou de sua fase de “expansão explosiva”, agora focando consolidar e reforçar o que já foi criado.
A construção dessas ilhas tem diversos motivos estratégicos, longe de ser apenas algo voltado para a engenharia. A disputa pela soberania territorial, o controle militar na região, o monitoramento marítimo e a proteção de rotas comerciais estão entre os principais pontos a serem levantados.
Projeto de construção de ilhas tem seu lado negativo
Apesar dos benefícios que esse projeto deve trazer para a China, que são diversos, existe também um lado que traz consideráveis impactos negativos. Vastas áreas de recifes de coral e na degradação de ecossistemas marinhos sensíveis foram destruídos pelo avanço do projeto, sendo esses danos que são considerados até mesmo irreversíveis.





