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Continente mais perigoso do mundo tem vagas de emprego com salário de R$ 218 mil por ano

Por Fabio Malvezzi
28/02/2026
Créditos: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Créditos: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Segurança ou R$ 218 mil na conta? Pois é. A questão não faz parte daqueles joguinhos entre crianças e adolescentes. Pelo contrário, está presente na vida de muitas pessoas que se colocam à disposição de um trabalho no continente mais perigoso do mundo. As vagas de emprego são variadas.

Desde chef de cozinha até carpinteiro, existe uma oportunidade para desembolsar um excelente dinheiro após 12 meses. A dúvida é saber se vale a pena. Para concorrer a chance e correr o risco, a pessoa precisa trabalhar na Antártida, onde bases de pesquisas do Reino Unido e dos Estados Unidos da América recrutam com frequência.

Apesar de ser um local para estudos, as pessoas também precisam das outras fases da sociedade. Vale lembrar que não há civilização como se conhece na Antártida, logo, alguém precisa deixar a sua casa e conforto para viver uma aventura. Pelo menos, a recompensa é bastante alta.

Os grupos de pesquisa costumam pagar, de início, em torno de R$ 218 mil fora viagem, hospedagem, alimentação e equipamentos necessários para o perigo. Aliás, a região é caracterizada pelas temperaturas extremas e qualquer vacilo pode gerar consequências fatais.

Trabalho na Antártida com salário altíssimo

Segundo as informações da BBC News, há mais de 5 mil pessoas trabalhando na Antártida durante o verão. Essas são divididas em cerca de 80 estações de pesquisas que são comandadas por 30 países diferentes. Algumas divulgam as vagas pela própria internet, outras são mais restritas.

O processo seletivo, claro, avalia as condições físicas das pessoas para aguentar a situação. Além das temperaturas extremas, os alimentos frescos são escassos, o consumo de álcool é limitado e a acomodação, especialmente nas bases do Reino Unido, é compartilhada.

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Fabio Malvezzi

Fabio Malvezzi

Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP), foi estagiário da CBN Campinas e Futebol Interior. Tem experiência como assessor de imprensa na Fibra Comunicação. É redator de notícias em geral.

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