Bastante conhecida no meio fitness, a creatina nos dá diversos benefícios se for usada de forma contínua. E um deles se aplica especialmente para as mulheres que já passaram dos 40 anos de idade e entraram no período da menopausa.
A menopausa é marcada pela queda dos hormônios ovarianos, em especial o estrogênio, que atua no útero, nos ossos e também no cérebro. Quando ele cai, a forma como o cérebro produz e usa energia fica menos eficiente. O que resulta em lapsos de memória, perda de foco e fadiga mental.
É justamente neste momento que a creatina se torna importante. A substância, produzida pelo próprio organismo e que também pode ser obtida na alimentação, funciona como uma espécie de “bateria extra” de energia dentro das células. Ela ajuda na memória, velocidade de processamento e atenção.

Estudos indicam que a creatina pode ser uma aliada das mulheres na transição da menopausa ao dar mais força muscular, composição corporal e bem-estar. Contribuindo para a melhora da fadiga, desempenho físico e até alguns aspectos do humor, como a irritabilidade e a sensação de esgotamento, que são comuns durante essa fase.
Sozinha, a creatina não é capaz de fazer mágica, mas se ela estiver inserida em um contexto maior, pode contribuir. Além da substância, é importante manter hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, atividade física, sono adequado e controle do estresse.
Menopausa aparece depois dos 40 anos
Em média, a menopausa afeta as mulheres entre os 45 e 55 anos, sendo 51 anos a idade mais comum. Aqui no Brasil, a média de idade está entre 48 e 50 anos.
Conforme destacado anteriormente, a menopausa é marcada pela queda dos hormônios ovarianos, especialmente o estrogênio. Ela é caracterizada pela interrupção permanente da menstruação (12 meses consecutivos sem sangramento) devido ao fim da reserva ovariana.





