Principalmente nesse calor intenso que está afetando o Brasil, as praias se tornam um dos destinos mais visados por grande parte da população. A tendência é que as praias sigam cheias ao longo desse mês de janeiro, assim como foi durante a reta final de 2025.
As praias são um dos destinos preferidos para aqueles que querem, principalmente, relaxar, ainda mais nos períodos de férias antes de voltar para a rotina normal. É justamente nesses casos que algumas situações de perturbação de paz acabam vindo à tona.
Um dos assuntos que sempre gera muito debate aqui no Brasil é a respeito da proibição das caixas de som nas praias brasileiras. Apesar de que muitas ainda não aplicaram essa regra, diversas outras já estão colocando em prática para evitar o barulho excessivo.
Com o objetivo de combater a poluição sonora e preservar o sossego público, duas grandes cidades litorâneas do Rio Grande do Sul também aderiram a essa prática e passaram a proibir as caixas de som. As praias de Torres e Capão da Canoa agora tem essa regra.
Por mais que essa regra exista, isso ainda não é uma lei, sendo assim, ainda é algo bem comum vermos pessoas desrespeitando essa determinação. Vale ressaltar que em território brasileiro ainda não existe nenhuma lei federal para que torne ilegal o uso das caixas de som em praias.
Caixa de som gerou confusão em praia do Rio Grande do Sul
A praia do Capão da Canoa presenciou uma confusão que partiu justamente por conta do uso de caixa de som ainda no dia 31 de dezembro. Na ocasião, uma família se incomodou com o alto som de um grupo que ouvia pagode e solicitou para que o volume fosse diminuído, o que não aconteceu, fazendo com que a família se deslocasse.
“Não pedi que desligasse, apenas que baixassem o volume. Entendo que é um momento de celebração, Ano-Novo, mas atrapalha os outros. Eu não vejo necessidade de escutar música tão alto”, disse Melina Fischer, membra da família envolvida na confusão.





